Blog Wanderson Marçal : o mais democrático!

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  Tire, você mesmo, as conclusões.

 

  Olavo de Carvalho, direitista, redator do site Mídia Sem Máscara, asseverou o seguinte acerca da educação:

 

Qual seria o programa de um governo de direita no Brasil, hoje?

  Em primeiro lugar, ele teria um enfoque moral, religioso e tradicional. São valores e princípios gerais, veja bem, o governo não pode se meter a ser o grande moralista. O governo não deve educar ninguém nesse aspecto, são as entidades religiosas que devem se fortalecer e atuar. Em segundo lugar, a economia de mercado, que é a única que funciona. Não tem esse negócio de socialismo, intervenção do governo no mercado, isso não funciona. É só o governo meter a mão que a coisa vai para trás. Terceiro é educação clássica. Você tem que primeiro formar uma elite intelectual capaz de educar o restante do país. O governo vem com essa história de educar todo mundo, mas isso não funciona. Não é possível.

A educação então não deve ser para todos?

  Não. Educação é um processo irradiante, que vai por círculos concêntricos. Você educa dez, que educam cem, que educam mil, que educam um milhão e vai assim.

 


Nem ao menos cuidar de erradicar o analfabetismo?

  Isso não adianta. Você vai investir um dinheiro maluco nisso.


     Reinaldo Azevedo, considerado pelo próprio Olavo o único direitista-colunista do país. Veja o que ele diz:

 

    “Não serei eu a combater a expansão do ensino universitário. Seria inútil. Os demagogos venceram essa batalha. É evidente que a formação técnica seria mais eficiente e barata.”

 

     Não à toa a esquerda tem excelente colégio eleitoral nas classes C, D e E.

 

Fontes: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/page/3/

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=150746&tid=5400354095633054945

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 13h01
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                                                 Vazão da Toyota é negativa para a categoria.

 

 

   Fomos, de certo modo, surpreendidos com o apregoar da retirada da equipe Toyota da Fórmula 1.

 

   Disseram, alguns, que fora a passagem da equipe na categoria principal do automobilismo mundial ( rimou!) ínfima, pavorosa e passível de esquecimento, contudo não a considero em tal estado, apesar dos embelecos cometidos pelo time nipônico, sua passagem fora de grande importância para a F1, assim como a das demais montadoras, que tornaram-na demasiadamente competitiva, apesar de que, paradoxalmente, a competitividade entre mais times tornou-se praticamente impossível, sabido os enormes dispêndios que acabava por não permitir incursões de times sem aparato econômico de  montadoras, os ditos times independentes.

 

   Contudo o período em que a equipe japonesa permeou a F1 rendeu maiores motivos para ser considerada positiva, do que, propriamente, fracassada, como asseveram outros. Nenhuma vitória, mas carros decentes, rápidos, até, nada análogos, a exemplo, à rival Honda nos anos de 2007 e 2008.

 

  Em tempo,  o jovem Kobayashi, com tudo isso, está temporariamente desempregado. Obviamente que alguma das novatas deverá contratá-lo, mas nenhuma suficientemente pujante tal qual a Toyota.

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 20h45
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O que pensa, afinal, Wanderson Marçal?

 

 

Sou por muitos confundido com um seguidor da Esquerda e/ou da Direita, em decorrência de tal dúvida resolvi elucidar a questão com um texto que espero encerrar as indagações.

 

Trabalharei com tópicos, para que assim seja assaz profícuo e esclarecedor.

 

Esquerda ou Direita?

 

Com a Globalização o fenômeno ideológico-político perdeu demasiadamente suas especificidades, pois, como afirmou Milton Santos, “Os espaços nacionais transformam-se espaços nacionais da economia internacional”, ou seja, o país subordina-se a conjuntura mundial, exceto alguns poucos exemplos, tal qual a China ainda considerada socialista.

 

Destarte não adiantaria tomar posição megalomaníaca extremada acerca de nenhuma corrente política, pois, como supracitado, será improfícua, quando a ser a conjectura mundial vigente que acaba por decidir que caminho a tomar, vide políticas tomadas por FHC e Lula, relativamente semelhantes.

 

Socialismo ou Capitalismo?

 

Capitalismo. O Socialismo, para quem não tem ciência exata da proposta, trata-se, segundo fundamentações Marxistas, de um meio caminho que teria por epopéia final o Comunismo. Há ainda muitos ilusos que crêem no êxito de sistema econômico utópico, e, por que não, paradoxal, pois enquanto defende a abolição da propriedade privada, torna-a estatal, a ser que o ESTADO, para os marxistas, não representa o povo.

Contudo, apenas transferem das mãos individuais os meios de produção e a propriedade para mãos claudicantes de alguns oligarcas.

 

O capitalismo, entretanto, não está incólume às mazelas, e é peremptório resolvê-las, e para tanto, apontá-las, primeiramente. Logo uma crítica não significa ser eu oposto a este sistema.

 

 

Capitalismo: Políticas Neokeynesianas ou Neoclássicas?

 

Esta temática está constantemente em voga neste espaço, porém a voltarmos a posição primeira mensurada no primeiro parágrafo por este que vos fala poderemos chegar à uma visão pessimista da interferência estatal na economia. Entretanto a vejo como plausível, porém não nos moldes NeoKeynesianos, pois a livre iniciativa, a diminuição do Governo Estatal trará bens à sociedade, como, por exemplo, o próprio enxugamento dos gastos públicos e sua melhor aplicação, com rapidez maior, pois num governo onde as decisões estratégicas estão concentradas, a interferência de algumas oligarquias, que nem sempre são sinônimos de avanço, ocorrerão. Em suma: atraso.

 

À exemplo, a economia Nordestina, ainda essencialmente agrária, tem demasiada dificuldade de crescimento e recorrente disparidade em relação às demais regiões por fatores que podem ser elucidados a partir do domínio de aristocracias, que além de domínio territorial, possuem total comando da política local, e federal, e fazem desta área seu curral eleitoral. Com poderes incalculáveis, quaisquer que sejam os governantes, devem subordinarem-se à estas oligarquias, para deste modo governar, vide Fernando Henrique em relação ao ACM, e Lula ao Sarney.

 

Com a diminuição do poderio Estatal, o mercado ganharia maior agilidade, e a crescente aplicação de investimentos internos e externos, tornaria regiões de plenas condições de avanço sócio-econômico pujantes no cenário econômico nacional.

 

 

Entretanto o Estado tem de regular necessariamente o mercado Financeiro, proteger o trabalhador com a manutenção das leis trabalhistas e a exigência de sua aplicação, e desta forma pôr fim ao neopeleguismo dos movimentos sindicais, fomentar o comércio, com a diminuição da carga tributária, mas a seguir condutas éticas, a tratar o indivíduo não como mero consumidor, tal qual os EUA, mas sim de modo que assemelhe-se à Europa, cujo o broto é considerado antes de mais nada um ser humano, e tratado como tal, onde as diferenças são respeitadas, mas dentro da ordem que se faz necessária para atingir o progresso.

 

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 21h44
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Dê uma volta com Barrichello no rFactor 2009

 

 

O Som impressiona. Os gráficos são exuberantes, e a dirigibilidade é semelhante a de um F1 normal.. Incrível.

 

Se alguém desejarr adquiri-lo, basta entrar em contato com o Kauê através do Blog www.pcgames15.blogspot.com

O Custo é de apenas 25 reais.

 



Escrito por Wanderson Marçal às 20h52
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O melhor jornalismo vence... 

Em São Paulo a Rádio Band News Fm tem surrado as concorrentes quanto ao quesito transmissão dos GP’s de F1 e de audiência.

 

Em questões de ouvintes, tem o dobro da segunda colocada, a Jovem Pan, e quanto ao nível, anos luz à frente das concorrentes.

 

Para quem não sabe, Téo José trabalha na JP. E sinceramente é demasiado difícil ouvi-lo, pois além de não usar sinônimos quando se refere aos pilotos e linguagem parca, típica de torcedor de futebol, o que torna as narrações cansativas, ainda faz prognósticos sem nenhuma especificação, à exemplo quando dizia que a Ferrari viria “forte em 2009”...

 

Enfim, o público está a selecionar mais. Ganha o bom jornalismo.   



Escrito por Wanderson Marçal às 14h58
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Hum..

 

Gene, piloto de testes da Ferrari, disse o seguinte em uma entrevista:

 

- Estamos a trabalhar duro para dar a Alonso um carro vencedor.

 

Hum...

 

E Massa? Estão a pensar no mesmo que eu?

 

Exceto o Hulkenberg ser mais rápido do que aparente, e o Massa fazer um verdadeiro milagre, teremos apenas um brasileiro que ostentará o status de primeiro piloto em 2010.

 

Até a Globo percebeu isso... Notaram quantas matérias vinculadas à Barrichello nos últimos dias nos tele-jornais globais, mesmo ele a ter perdido o vice-campeonato?

 



Escrito por Wanderson Marçal às 14h44
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Rubinho é um homem feliz, realizado.

 

Neste texto serei o menos artificial possível, pois se o texto bem elaborado traz riqueza de informações, uma complexidade maior à notícia e que se faz necessário, pode incorrer em certo distanciamento do leitor, como dito, certa artificialidade, apenas não existente quando o escritor tem bagagem cultural extensa, fato que ainda não possuo.

 

Cheguei à conclusão de que é um momento perfeito para falar sobre o Rubinho, e contextualizá-lo no mundo em que vivemos.

 

Rubens Barrichello surgiu para o automobilismo mundial em momento delicado, em que o brasileiro necessitava de afirmação como nação, pois passávamos por sérios entraves econômicos e a auto-estima estava no mínimo em déficit, já que no futebol as conquistas da seleção eram cada vez mais raras.

 

Em 94 falece Ayrton Senna, aquele que representava o Brasil como sinônimo de vitória. Em seqüência a seleção brasileira de Futebol galga o título mundial, o povo fica em êxtase.

 

A Fórmula 1 não era mais o ópio, o futebol recuperava seu lugar, entretanto Rubinho e a Globo fomentaram uma idéia de que seria  o sucessor do vitorioso Senna, o que não ocorreu, pois entre outras coisas o futuro piloto da Williams guiava uma crescente mais não suficientemente forte Jordan.

 

Os insucessos trouxeram um adjetivo ao paulistano: fracassado. Pois se não conseguia obter êxito, ou seja, vencer, era um fracasso, o modo positivista de avaliar.

 

Chega o período Ferrari, promessas de vitórias e títulos que obviamente não se concretizariam, e Barrichello volta a ser motivo de piadas.

 

O Brasil é pentacampeão mundial de futebol em 2002, a fórmula 1 deixa de ser uma paixão nacional, e o vôlei com seus êxitos toma seu lugar. Rubinho deixa de ser o candidato à ídolo e passa a ser mais um esportista brasileiro, mas ainda que passa pelo crivo de ser um fracasso.

 

Anos ruins na Honda, devido ao fraco carro, o levam ao quase esquecimento. Em 2009 surge com um carro rápido, promessas de título, e um limiar deficitário em relação ao companheiro, volta a ser Barrichello bastante contestado.

 

Após o metade do campeonato o piloto obtêm boas vitórias e uma pole position sensacional no Brasil, e ganha apoio da população em geral, que apesar de reclamar bastante dele e de seus infortúnios, torce muito mais do que, à exemplo, para Felipe Massa e qualquer outro piloto brasileiro que venha a surgir, exceto, claro, Bruno Senna.

 

Mas esse respeito de que passa a gozar Rubinho perante o público tem uma outra explicação: O homem está a se tornar mais humano, finalmente.

 

A imagem do vencedor, do sujeito perfeito, do perfil ideal, do consumo pelo consumo perde força. Barrichello não é campeão, e daí? – Indaga o torcedor.

O próprio Barrichello percebeu isso. Ele é casado com a mulher que ama, tem uma família espetacular, filhos exemplares, e faz o que de melhor sabe, e ainda o pagam para isso.

 

. Os indivíduos buscam cada vez mais a felicidade com a relação entre os humanos, e deixam de lado a individualização, fenômeno observado concomitante com as políticas neoliberais nos anos 90.

 

Juntamente a tudo isso, o esporte deixou de ser afirmação nacional. Se isto tornou-se pretexto para exposição dos regimes econômico-sociais durante a Guerra Fria, no atual momento é apenas um evento de entretenimento. Nada Mais. Nada mais que isso.

 

Ser ou não campeão é apenas um detalhe.

 

Barrichello é um indivíduo extremamente bem realizado. Tem total ciência disso. E os torcedores também.

 

 

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 20h46
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Nem tanto ao céu nem ao inferno.

 

Acabou o campeonato mundial de 2009 no novíssimo circuito de Abu Dhabi, no qual tivemos a confirmação do vice do Vettel, a ser que o campeão era o Button desde o último GP, o do Brasil, e a terceira posição no mundial de construtores para a Mclaren, e isso era o que de pouco tinha a ser disputado por lá.

 

O Mundial 2009 surgiu com a promessa de bastante competitividade, e inovações, tal qual o KERS. No Brasil deu-se com certa euforia, pois Barrichello parecia finalmente ter chances reais de ser campeão do mundo.

 

Do início esperançoso, com o surgimento de novas forças, ao final apático, para grande parte, com muitas das corridas sem ultrapassagens, acontecimentos, enfim, tudo aquilo que faz da F1 – e não automobilismo - o principal esporte mundial atualmente, a meu ver, claro.  Ainda há aqueles que preferem futebol...

 

Para este que vos fala o campeonato deste ano não fora do mesmo nível em comparação com o do ano passado, contudo o de 2008 nós tínhamos duas forças que oscilavam a cada corrida, uma terceira equipe: a BMW, que dava trabalho à Ferrari e Mclaren e pilotos inconstantes na briga pelo título. E isso apesar de fazer o campeonato mais emocionante, ocorre raramente numa categoria como a F1.

 

Neste ano nós voltamos à essência da F1, ou seja, uma equipe sobrepujar as demais, e outra um pouco inferior, e como o primeiro piloto da equipe que reinou durante boa parte do campeonato tinha total predileção, o título ficou em suas mãos sem sustos.

 

Mas é essencial lembrá-los que foi o campeonato com várias equipes a brigarem por pontos, a depender do circuito uma obtinha vantagens, ou seja, tornou a categoria de certo modo imprevisível, o que faz na concepção o ano de 2009 muito superior aos campeonatos de 2001 a 2006.

 

Enfim, nem tanto ao céu, nem ao inferno, tivemos uma boa temporada, e com a quase certeza de que teremos uma grande equipe soberana em 2010, o campeonato desde ano poderá ser lembrado com saudades.

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 20h40
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