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Brasil altamente competitivo

 

O time de Dunga certamente não faz brilhar os olhos dos amantes do futebol, mas em questão de resultado, no momento, é bastante competitivo.

 

Jogadores, que diferentemente dos que foram à copa de 2006, comem grama. Até por não gozarem de tanta fama e prestígio.

 

Se a Copa do Mundo fosse hoje, diria que o Brasil entraria como favorito.  Porém, como o Mundial iniciar-se-á apenas em Junho de 2010, e as chances de jogadores caírem de produção é bastante grande, o Brasil poderá chegar à África sem boas possibilidades.

 

Mas como o próximo torneio é a importantíssima Copa das Confederações, uma vez que será ela que definirá, praticamente, o grupo que Dunga levará ao mundial, aposto na Seleção Brasileira.

 

Parabéns ao Dunga, que apesar de ter mostrado-se contraditório quando convocou alguns jogadores em má fase, conseguiu, num todo, montar um grupo com aquelas características que ele tanto primava quando jogador.

Rumo ao tri da Confederations Cup.

 



Escrito por Wanderson Marçal às 12h07
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Eles não pensam ou é proposital, hem?

 

Os ataques rotineiros, e nem sempre merecedores, que Lula recebe do pseudo-intelectual Reinaldo Azevedo e de alguns segmentos da imprensa é porque eles, jornalistas desta supracitada frente, não utilizam corretamente o cérebro?

 

Penso que sim, pois estas séries de denúncias nada mais causam que ojeriza contra os próprios detratores. A imagem que o PSDB possui, atualmente, é extremamente ruim, enquanto a de Lula é demasiada boa.

 

Por quê?, eis a questão. O PSDB é poupado pela mídia e o Lula e o PT são diariamente atacados, entretanto o efeito é totalmente o contrário, e as causas são óbvias.

 

A Veja, principal detratora de Lula perdeu qualquer credibilidade, principalmente, em um artigo do Mainardi, em 2004, quando o mesmo profetizou, erradamente, a vitória de Alckmin nas eleições presidenciais de 2006.

 

O leitor, como não era de ser, generaliza. Viu a coluna de Mainardi como uma visão da Editora Abril quanto as cenário político, e mesmo que a editora negue, a tal coluna ajudou e muito o Lula, pois a revista perdeu a pouca credibilidade que possuía, e assim, todas suas denúncias contra o PT, algumas até verídicas, perderam total significado perante o público.

 

A política de ataques do pseudo-intelectual Reinaldo Azevedo também contribui para os altos índices de aprovação do Lula.

Os ataques, de formas desproporcionais, tendem a causar furor nos simpatizantes lulistas, a maioria, e a forma com que são feitos, a transparecer á mando de alguém, principalmente por Serra ser amigo do “jornalista”, correlaciona a imagem de Reinaldo Azevedo à do PSDB.

 

Quem ganha com isso? Lula, ora pois.

 

Enquanto Reinaldo Azevedo e companhia limitada enterram de vez o PSDB, seu principal concorrente, Lula goza de seu saldo positivo no Governo perante o povo.

 

 

Se Dilma Roussef souber aliar sua imagem à de Lula, dificilmente perderá o pleito presidencial de 2010.

 

Resta pergntar: Azevedo e companhia fazem isto propositalmente, pois, na calada da noite, fazem negócios com Lula, ou são acéfalos mesmo, hem?



Escrito por Wanderson Marçal às 17h19
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Parte de trabalho acadêmico de Luis Penha

 

Considerações

É importante ressaltar que a tentativa de "rotular políticos" é uma atitude mal colocada na análise do tema neoliberalismo econômico. Nem mesmo Augusto Pinochet, com toda a amplitude de ação que lhe permitia a sua ditadura, praticou exclusivamente ações de tipo neoliberal - adotou, com Hernán Büchi, algumas políticas de inspiração nitidamente keynesiana.

 

Embora seja possível afirmar com segurança que um determinado economista, como, por exemplo, Milton Friedman, é um neoliberal, não se pode fazer o mesmo com a maioria dos políticos, uma vez que eles adotam, em seus governos, uma mistura de práticas indicadas por várias escolas de pensamento econômico, simultaneamente.

 

Debate sobre resultados obtidos no mundo

A mais recente onda liberalizante, que ficou conhecida como "neoliberalismo", teve seu início com a queda do muro de Berlim em 1989 e contagiou rapidamente o mundo Foi promovida pelo FMI, por economistas liberais como Milton Friedman, pela Escola de Chicago e por fundamentalistas de livre mercado, entre outros, sendo por eles apregoada como a solução que resolveria os problemas econômicos mundias, reduzindo a pobreza e acelerando o desenvolvimento global.[49]

 

Agora, já passados 28 anos que as "receitas neoliberais" vêm sendo aplicadas, em maior ou menor grau, por um grande número de países - entre os quais se inclui o Brasil - a ONU resolveu analisar os resultados obtidos por esses fortes ventos liberalizantes, e medir seus efeitos nas populações dos países onde as práticas neoliberais estão sendo adotadas.

 

Um livro denominado "Flat World, Big Gaps" [50] ("Um Mundo Plano, Grandes Disparidades" - tradução livre), foi editado por Jomo Sundaram, secretário-geral adjunto da ONU para o Desenvolvimento Econômico, e Jacques Baudot, economista especializado em temas de globalização, analisou essas questões e está despertando grande interesse. Nesse livro seus autores concluem que: "A 'globalização' e 'liberalização', como motores do crescimento econômico e o desenvolvimento dos países, não reduziram as desigualdades e a pobreza nas últimas décadas". [51]

 

A segunda parte do livro analisa as tendências das desigualdes econômicas que vêm ocorrendo em várias partes do mundo, inclusive na OECD, nos Estados Unidos, na América Latina, no Oriente Médio e norte da África, na África sub-saariana, Índia e China.

 

As políticas liberais adotadas não trouxeram ganhos significativos para a melhoria da distribuição de renda, pelo contrário: "A desigualdade na renda per capita aumentou em vários países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) durante essas duas décadas, o que sugere que a desregulação dos mercados teve como resultado uma maior concentração do poder econômico." [51]

 

Supreendentemente, a liberalização do fluxo de capitais financeiros internacionais, que era apontada como uma maneira segura de fazer os capitais jorrarem dos países ricos para irem irrigar as economias dos países pobres, deles sedentos, funcionou exatamente ao contrário.

 

O fluxo de dinheiro inverteu-se, e os capitais fugiram dos países mais pobres, indo para os mais ricos: "Houve uma tremenda liberalização financeira e se pensava que o fluxo de capital iria dos países ricos aos pobres, mas ocorreu o contrário", anotou Sundaram. "Como exemplo, citou que os EUA recebem investimentos dos países em desenvolvimento, concretamente nos bônus e obrigações do Tesouro, e em outros setores". [51]

 

Cumpre ressaltar que essa "liberalização" de fluxos financeiros é muito assimétrica. Os países que mais defendem a liberalização total dos fluxos de capitais não a praticam dentro de suas fronteiras. Os Estados Unidos, com seu forte discurso liberalizante criou, por exemplo, a "Community Reinvestment Act" (Lei do Reinvestimento Comunitário) que obriga seus bancos a reaplicar localmente parte do dinheiro que captam na comunidade. A Alemanha resistiu a todas as pressões para "internacionalizar" seus capitais; hoje 60% da poupança da população alemã está em caixas municipais, que financiam pequenas empresas, escolas e hospitais. A França criou um movimento chamado de "Operações Financeiras Éticas". A apregoada liberdade irrestrita para os fluxos de capitais parece ter sido adotada só pelos países sub-desenvolvidos, que se vêem freqüentemente submetidos a graves crises causadas por sua vulnerabilidade às violentas movimentações especulativas mundiais. [52]

 

Essa diferença entre o discurso liberalizante dos países desenvolvidos e suas ações práticas foi reconhecida até por Johan Norberg [53] , o jornalista suéco autor do "best-seller" In Defense of Global Capitalism que "atira coqueteis Molotov retóricos nas potências ocidentais cujo discurso em prol dos livre-mercados é grandemente prejudicado por suas tarifas draconianas sobre a importação de produtos têxteis e agrícolas, as duas áreas onde os países sub-desenvolvidos teriam condições de competir". Le Monde, 12/2/2004.

 

De maneira geral "a repartição da riqueza mundial piorou e os índices de pobreza se mantiveram sem mudanças entre 1980 e 2000" [51], como já previra Tobin em 1981.

Por outro lado os liberais afirmam que as reformas chamadas de "neoliberais" foram insuficientes e os governos fracassaram em áreas fundamentais para se ter êxito e chegam afirmar que não houve nenhum governo liberal de fato. Esses liberais geralmente estão ligados à Escola Austríaca, sendo adeptos normalmente do minarquismo ou do anarco-capitalismo



Escrito por Wanderson Marçal às 15h49
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Críticas à doutrina neoliberal

O neoliberalismo pode ser visto como uma retomada, a partir dos anos 1970, do liberalismo clássico que havia sido deixado de lado no mundo e outras formas de intervencionismo econômico. Muitos dos defensores de tal doutrina rejeitam o termo neoliberal, e preferem simplesmente o termo liberal, pois pretendem seguir o liberalismo clássico. [6]

Na visão neoliberal da Escola de Chicago, diferentemente da visão da Escola Austríaca, bastaria estancar o déficit público, e colocar a inflação sob controle, para que o capitalismo, esse animal adormecido, despertasse por sua própria conta, e a mão invisível iniciasse um espectáculo de crescimento. Já na visão da Escola Austríaca há tanto uma corrente que defende ser necessário a abolição do estado, o que é conhecido por anarco-capitalismo, onde se destaca o economista Murray Rothbard, como correntes não anarquistas que defendem uma forte redução do estado que pode incluir a própria abolição do Banco Central, visto como o grande responsável pelas crises do capitalismo, tal como a grande depressão. Nessa segunda corrente se destaca Ludwig von Mises. Entretanto, na história da economia mundial, apenas dois países experimentaram este tipo de espectáculo: a Inglaterra da Revolução Industrial e, no século XX, os Estados Unidos. Todos os outros países do mundo que se desenvolveram adoptaram mecanismos derivados de composições e articulações entre classes capitalistas locais e internacionais, com a presença e intervenção do Estado, como ocorreu nos casos japonês, alemão e coreano. Na política econômica brasileira atualmente adotada (2007), o superávit fiscal toma entre 8% e 10% do PIB das mãos das empresas produtivas, e das pessoas consumidoras, e os transfere para os possuidores de títulos da dívida pública; o fato é que a riqueza das pessoas físicas e jurídicas está aplicada em títulos públicos. Nós subtraímos da economia a demanda que impulsionaria o crescimento e os que recebem o pagamento de juros, que são pagos com os impostos que todos clamam ser altos demais, continuam fazendo aplicações financeiras - muitas delas isentas de imposto de renda - porque não têm interesse em fazer investimentos de risco.

 

Os opositores dos neoliberais questionam suas premissas, que consideram simplistas. Uma crítica posta é que os princípios liberais seriam válidos quando uma transacção envolve duas (e só duas) partes - cada um decidindo o que é melhor para si - mas que não se sustentaria quando, em virtude de uma transacção realizada entre duas partes, um terceiro, que dela não participou, é prejudicado (ou beneficiado). Esse fenómeno é chamado, em Economia, de externalidade [22]. Os liberais apontam que o professor Ronald Coase ganhou o Prêmio Nobel de Economia de 1991 com seu trabalho que descreve como o livre mercado pode ser utilizado para tratar alguns casos de externalidades. Com base nas idéias de Coase foi instituído o Tratado de Kyoto e seu sistema de comercialização de Créditos de Carbono, sob os auspícios da ONU, com isso reduzindo globalmente a poluição e a emissão de gases causadores do efeito estufa. Entretanto, segundo Eric Maskin, um dos três vencedores do Prêmio Nobel de Economia de 2007, "Sociedades não devem contar com as forças do mercado para proteger o ambiente ou fornecer um sistema de saúde de qualidade para todos os cidadãos (...) O mercado não funciona muito bem quando se trata de bens públicos", disse Maskin [22]. Pesquisas mais actualizadas no campo da teoria econômica, como as de Stiglitz, já deixaram claro que a mão invisível, que asseguraria que os recursos fossem alocados com a Eficiência de Pareto no sistema produtivo só funciona em determinadas condições ideais. Como a competição nunca é totalmente livre, a relação de oferta e demanda gera efeitos sociais que não são resolvidos naturalmente pela dinâmica da economia de mercado. Os economistas norte-americanos Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson ganharam em 2007 o Prêmio Nobel de Economia por criarem as bases de uma teoria que determina quando os mercados estão funcionando de forma eficaz. "A clássica metáfora de Adam Smith sobre a mão invisível refere-se a como o mercado, sob condições ideais, garante uma alocação eficiente de recursos escassos. Mas, na prática, as condições normalmente não são ideais. Por exemplo, a competição não é completamente livre, os consumidores não são perfeitamente informados e a produção e o consumo desejáveis privadamente podem gerar custos e benefícios sociais", explicou a nota da Real Academia Sueca de Ciências [25] Importante ressaltar aqui que esse trabalho de Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson não se choca com as ideias anteriores de Ronald Coase, completa-as. Dá as bases teóricas para que se projete um mecanismo de regulamentação governamental que permita ao mercado funcionar com eficiência em relação a bens públicos.

 

Leonid Hurwicz, Eric S. Maskin e Roger B. Myerson fincaram "as bases da teoria do desenho de mecanismos" nos mercados [23] [24]. Esta moderna teoria econômica estuda a elaboração do procedimento de decisão social em situações em que os agentes econômicos têm informação privada e a utilizam de forma estratégica. O primeiro a formalizar esta teoria foi Hurwicz, nascido em 1917 em Moscou e que se mudou para os Estados Unidos na década de 1940. Os trabalhos dos três americanos ajudaram a identificar mecanismos eficientes na área comercial, esquemas regulatórios e procedimentos de votação. O Brasil já se beneficiou na prática com esses estudos. Na recente licitação para a concessão de rodovias federais, em que foi adotado o procedimento de decisão social na elaboração do edital de concessão, as empresas que se saíram vitoriosas na licitação ofereceram-se para administrar as estradas por um pedágio médio de R$ 0,02 por quilometro, o que representa um custo médio seis vezes inferior ao custo médio cobrado no pedágio das rodovias Anhanguera/Imigrantes, que foram privatizadas na década anterior, quando ainda prevaleciam os critérios neoliberais de fundamentalismo de livre mercado. O emprego desses novos critérios licitatórios, que usaram a teoria do desenho de mecanismos, resultaram numa Eficiência de Pareto muito superior à obtida apenas pelo critério simplista, adotado anteriormente, de livre mercado absoluto. A economia obtida pela adoção dessa moderna tecnologia se refletirá em ganhos de competitividade para toda a economia brasileira. [26]

 

Em outro exemplo de simplificação da realidade que consideram excessiva, opositores discutem a decisão de um jovem sobre contribuir ou não, desde o início de sua carreira, para sua seguridade social. Na doutrina liberal, a opção de decidir se poupa ou não para a aposentadoria futura caberia ao próprio indivíduo. Os críticos dessa visão argumentam que antes do jovem poder decidir ele precisa ter um emprego com salário que possa em alguma medida poupar, e que em muitos casos esse emprego não existe, ou o salário não é suficiente para poupar.

 

A aplicação de preceitos liberais foi contestada no século XIX por Friedrich List [27] , que defendia para seu país (Prússia) exactamente o oposto do que pregavam os liberais de então, alegando que tais políticas só seriam benéficas para nações já adiantadas, o que não era o caso da Prússia de meados do século XIX.

 

Friedrich List achava que não caberia ao Estado assistir passivamente ao desenrolar do livre-comércio, sendo necessário que o poder público, em nome da promoção do desenvolvimento e do bem-estar de toda a nação, interferisse ativamente nos assuntos relacionados ao comércio exterior, à construção de uma infra-estrutura local de produção e ao fomento à industrialização. [27]

 

O professor de Yale James Tobin, Prêmio de Ciências Econômicas em 1981 foi um severo crítico do monetarismo do economista liberal Milton Friedman, Prêmio de Ciências Econômicas em 1965. Tobin defendia, ao contrário de Friedman, a intervenção governamental nas economias nacionais [16]. Apesar disso Tobin se declarava a favor da globalização e do livre mercado como a melhor maneira de aumentar a prosperidade nos países em desenvolvimento[16].

 

O mercado neoliberal fundamentalista foi sempre uma doutrina política a serviço de certos interesses. Nunca recebeu o apoio da teoria econômica. Nem, agora fica claro, recebeu o endosso da experiência histórica. Aprender essa lição pode ser a nesga de sol nas nuvens que hoje pairam sobre a economia global.[28]

 



Escrito por Wanderson Marçal às 15h46
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Keynesianismo versus neoliberalismo

 

Duas teorias. Um embate intenso. E mitos que as permeiam. O meu objetivo acerca deste tema aqui no Blog é alertá-los para falsas idéias colocadas pela mídia que acabaram por tornarem-se parte do senso comum e, portanto, verdades inquestionáveis que são passadas de geração a geração.

 

O neoliberalismo, em sua essência, defende, principalmente, a diminuição do Estado, consequentemente, a abolição de impostos, o fim do salário mínimo e das demais leis trabalhistas. Dentro do Neoliberalismo, o funcionário deverá tratar pessoalmente com o seu patrão todas as questões relativas ao seu emprego: salário, jornada de trabalho, etc.

 

O Keynesianismo, teoria que decorre do livro “Teoria Geral do emprego, do juro e da moeda” do economista inglês John Maynard Keynes. A tese defende a participação majoritária do Estado, que tem o papel de direcionar a economia, e fomentar o desenvolvimento. Cabe ao Estado impor regras às condições de trabalho, como, por exemplo, carga máxima de trabalho, salário mínimo, salário-desemprego, etc.

 

As teses keynesianas permearam o New Deal, política econômica estadunidense que pôs fim à crise de dos anos 20 e 30 do século XX.

 

Keynesianismo em alta nos anos 50, e neoliberalismo nos anos 90 e 2000.

 

O ápice das políticas Keynesianos, no Brasil, fora na década de 50. Parte disso, claramente, se deve ao sucesso alcançado nos Estados Unidos.

No Governo do Vargas, o segundo, de 50 a 54, evidencia-se claramente tal tendência, principalmente com a criação de órgãos Estatais, tal como a Petrobras, a Eletrobrás, a CVRD ( Companhia Vale do Rio Doce), enfim, várias indústrias de Base, e, principalmente, leis trabalhistas.

 

O Brasil, após tais políticas, saiu de um lugar de pouco destaque na economia no final dos anos 40 para a 12° economia do mundo nos anos 80. Infelizmente em decorrência de problemas outros tal crescimento ficou nas mãos de poucos, ou seja, concentração de renda.

 

Ao final do período da ditadura militar, muitos economistas voltaram de várias partes do mundo para o Brasil, a maioria deles de formação econômica liberal. Então, nos anos 90 tivemos a eclosão de políticas neoliberais.

Nota-se tal tendência nas privatizações, no aumento de políticas a visar o fomento de trabalho informal e da diminuição de impostos.

O resultado, como era de se esperar, foi desastroso. O Brasil, entre 2000 e 2002, passou por uma forte crise interna. O número de desempregados alcançou níveis jamais vistos em toda a história deste país.

 

O Mito do neoliberalismo norte-americano

 

A mídia tenta - e tem conseguido - passar uma imagem ilusória que a economia estadunidense é neoliberal. Esta visão é, no mínimo, inadequada, e, a meu ver, mentirosa.

Uma boa porcentagem da economia dos EUA é fomentada pela indústria bélica de Estado. Gera-se milhões de emprego e traz, consequentemente, desenvolvimento ao país. Infelizmente não poderei citar mais dados, pois como fora supracitado, a mídia, a tentar promulgar a falsa tese do neoliberalismo esconde números. Mas qualquer livro, de qualquer autor, que trate acerca do fator econômico norte-americano citará a importância do segmento bélico.

 

Mas podemos, ainda, colocar na conta do Estado estadunidense outros órgãos de importância imensurável. Para ser breve, citarei apenas a NASA. Que tem orçamento anual bilionário.

 

Agora, senhores, tirem suas conclusões. As informações estão acima.

 

E, pra encerrar, uma pergunta: O arrendamento das empresas como a GM por parte do Governo Norte-americano se enquadra em qual tendência? Keynesiana, não? E porque insistem em dizer que são liberais?

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 03h09
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Button campeão, Rubinho o fiel escudeiro.

 

Está tudo muito claro. E o bobo aqui acreditava que seria diferente. Button é o primeiro piloto e Rubinho o fiel escudeiro acertador de carros.

 

O Button merece status de primeiro piloto? Merece. Tem feito um campeonato irrepreensível. Muito superior ao dos últimos dois campeões do mundo, mas a qualidade do trabalho no seu carro por parte da equipe me faz lembrar dos tempos de Ferrari.

 

Só no carro do Rubinho colocam combustível a mais. Só erram no pitstop do Rubens. Problemas no câmbio só no carro do Rubinho. Enfim, problemas só ocorrem no carro do Barrichello. Button está incólume a isto.

 

Obviamente que não é intencional. Mas deflagra, claramente, que o tratamento com o Button é superior.  Em 7 etapas, todos os problemas de ordem técnica foram no carro do Rubens.

 

Desta forma, não superará Button. E o inglês, que está muito à frente na pontuação, será campeão com muita antecedência.

 

Para o Rubinho, sobrarão algumas vitórias de consolação nas últimas corridas, até pra ele garantir o vice-campeonato.

 

É claro que a Brawn tem uma equipe pequena e talvez sua estrutura exija que se priorize um piloto.

Cabe ao Rubinho, no final desta temporada, pegar o boné.

 

Ele não precisaria passar por isso. No GP de Barcelona ficou bem claro.

 

 

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 11h11
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