Keynesianismo versus neoliberalismo
Duas teorias. Um embate intenso. E mitos que as permeiam. O meu objetivo acerca deste tema aqui no Blog é alertá-los para falsas idéias colocadas pela mídia que acabaram por tornarem-se parte do senso comum e, portanto, verdades inquestionáveis que são passadas de geração a geração.
O neoliberalismo, em sua essência, defende, principalmente, a diminuição do Estado, consequentemente, a abolição de impostos, o fim do salário mínimo e das demais leis trabalhistas. Dentro do Neoliberalismo, o funcionário deverá tratar pessoalmente com o seu patrão todas as questões relativas ao seu emprego: salário, jornada de trabalho, etc.
O Keynesianismo, teoria que decorre do livro “Teoria Geral do emprego, do juro e da moeda” do economista inglês John Maynard Keynes. A tese defende a participação majoritária do Estado, que tem o papel de direcionar a economia, e fomentar o desenvolvimento. Cabe ao Estado impor regras às condições de trabalho, como, por exemplo, carga máxima de trabalho, salário mínimo, salário-desemprego, etc.
As teses keynesianas permearam o New Deal, política econômica estadunidense que pôs fim à crise de dos anos 20 e 30 do século XX.
Keynesianismo em alta nos anos 50, e neoliberalismo nos anos 90 e 2000.
O ápice das políticas Keynesianos, no Brasil, fora na década de 50. Parte disso, claramente, se deve ao sucesso alcançado nos Estados Unidos.
No Governo do Vargas, o segundo, de 50 a 54, evidencia-se claramente tal tendência, principalmente com a criação de órgãos Estatais, tal como a Petrobras, a Eletrobrás, a CVRD ( Companhia Vale do Rio Doce), enfim, várias indústrias de Base, e, principalmente, leis trabalhistas.
O Brasil, após tais políticas, saiu de um lugar de pouco destaque na economia no final dos anos 40 para a 12° economia do mundo nos anos 80. Infelizmente em decorrência de problemas outros tal crescimento ficou nas mãos de poucos, ou seja, concentração de renda.
Ao final do período da ditadura militar, muitos economistas voltaram de várias partes do mundo para o Brasil, a maioria deles de formação econômica liberal. Então, nos anos 90 tivemos a eclosão de políticas neoliberais.
Nota-se tal tendência nas privatizações, no aumento de políticas a visar o fomento de trabalho informal e da diminuição de impostos.
O resultado, como era de se esperar, foi desastroso. O Brasil, entre 2000 e 2002, passou por uma forte crise interna. O número de desempregados alcançou níveis jamais vistos em toda a história deste país.
O Mito do neoliberalismo norte-americano
A mídia tenta - e tem conseguido - passar uma imagem ilusória que a economia estadunidense é neoliberal. Esta visão é, no mínimo, inadequada, e, a meu ver, mentirosa.
Uma boa porcentagem da economia dos EUA é fomentada pela indústria bélica de Estado. Gera-se milhões de emprego e traz, consequentemente, desenvolvimento ao país. Infelizmente não poderei citar mais dados, pois como fora supracitado, a mídia, a tentar promulgar a falsa tese do neoliberalismo esconde números. Mas qualquer livro, de qualquer autor, que trate acerca do fator econômico norte-americano citará a importância do segmento bélico.
Mas podemos, ainda, colocar na conta do Estado estadunidense outros órgãos de importância imensurável. Para ser breve, citarei apenas a NASA. Que tem orçamento anual bilionário.
Agora, senhores, tirem suas conclusões. As informações estão acima.
E, pra encerrar, uma pergunta: O arrendamento das empresas como a GM por parte do Governo Norte-americano se enquadra em qual tendência? Keynesiana, não? E porque insistem em dizer que são liberais?
Escrito por Wanderson Marçal às 03h09
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Button campeão, Rubinho o fiel escudeiro.
Está tudo muito claro. E o bobo aqui acreditava que seria diferente. Button é o primeiro piloto e Rubinho o fiel escudeiro acertador de carros.
O Button merece status de primeiro piloto? Merece. Tem feito um campeonato irrepreensível. Muito superior ao dos últimos dois campeões do mundo, mas a qualidade do trabalho no seu carro por parte da equipe me faz lembrar dos tempos de Ferrari.
Só no carro do Rubinho colocam combustível a mais. Só erram no pitstop do Rubens. Problemas no câmbio só no carro do Rubinho. Enfim, problemas só ocorrem no carro do Barrichello. Button está incólume a isto.
Obviamente que não é intencional. Mas deflagra, claramente, que o tratamento com o Button é superior. Em 7 etapas, todos os problemas de ordem técnica foram no carro do Rubens.
Desta forma, não superará Button. E o inglês, que está muito à frente na pontuação, será campeão com muita antecedência.
Para o Rubinho, sobrarão algumas vitórias de consolação nas últimas corridas, até pra ele garantir o vice-campeonato.
É claro que a Brawn tem uma equipe pequena e talvez sua estrutura exija que se priorize um piloto.
Cabe ao Rubinho, no final desta temporada, pegar o boné.
Ele não precisaria passar por isso. No GP de Barcelona ficou bem claro.

Escrito por Wanderson Marçal às 11h11
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