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   Vitória de campeão do Fluzão

 

   O que ocorreu hoje no Estádio do Maracanã fora de uma beleza inominável, de dar ao torcedor do tricolor carioca orgulho de torcer pelo tradicional clube brasileiro.

 

   Três meses de vencimentos (!) atrasados, zona de rebaixamento, uma massa que poderia voltar-se contra caso o resultado não viesse, e, pra completar, o ex-líder do outro lado, apesar de que estar como primeiro colocado de um campeonato defasado não significa muito.

 

   Pois o time superou-se, correu como nunca, e desta vez não perdeu como sempre. Fluzão, como dizia o poeta, feito para amar. Uma vitória de campeão, do Fluzão.



Escrito por Wanderson Marçal às 18h56
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  Tire, você mesmo, as conclusões.

 

  Olavo de Carvalho, direitista, redator do site Mídia Sem Máscara, asseverou o seguinte acerca da educação:

 

Qual seria o programa de um governo de direita no Brasil, hoje?

  Em primeiro lugar, ele teria um enfoque moral, religioso e tradicional. São valores e princípios gerais, veja bem, o governo não pode se meter a ser o grande moralista. O governo não deve educar ninguém nesse aspecto, são as entidades religiosas que devem se fortalecer e atuar. Em segundo lugar, a economia de mercado, que é a única que funciona. Não tem esse negócio de socialismo, intervenção do governo no mercado, isso não funciona. É só o governo meter a mão que a coisa vai para trás. Terceiro é educação clássica. Você tem que primeiro formar uma elite intelectual capaz de educar o restante do país. O governo vem com essa história de educar todo mundo, mas isso não funciona. Não é possível.

A educação então não deve ser para todos?

  Não. Educação é um processo irradiante, que vai por círculos concêntricos. Você educa dez, que educam cem, que educam mil, que educam um milhão e vai assim.

 


Nem ao menos cuidar de erradicar o analfabetismo?

  Isso não adianta. Você vai investir um dinheiro maluco nisso.


     Reinaldo Azevedo, considerado pelo próprio Olavo o único direitista-colunista do país. Veja o que ele diz:

 

    “Não serei eu a combater a expansão do ensino universitário. Seria inútil. Os demagogos venceram essa batalha. É evidente que a formação técnica seria mais eficiente e barata.”

 

     Não à toa a esquerda tem excelente colégio eleitoral nas classes C, D e E.

 

Fontes: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/page/3/

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=150746&tid=5400354095633054945

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 13h01
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                                                 Vazão da Toyota é negativa para a categoria.

 

 

   Fomos, de certo modo, surpreendidos com o apregoar da retirada da equipe Toyota da Fórmula 1.

 

   Disseram, alguns, que fora a passagem da equipe na categoria principal do automobilismo mundial ( rimou!) ínfima, pavorosa e passível de esquecimento, contudo não a considero em tal estado, apesar dos embelecos cometidos pelo time nipônico, sua passagem fora de grande importância para a F1, assim como a das demais montadoras, que tornaram-na demasiadamente competitiva, apesar de que, paradoxalmente, a competitividade entre mais times tornou-se praticamente impossível, sabido os enormes dispêndios que acabava por não permitir incursões de times sem aparato econômico de  montadoras, os ditos times independentes.

 

   Contudo o período em que a equipe japonesa permeou a F1 rendeu maiores motivos para ser considerada positiva, do que, propriamente, fracassada, como asseveram outros. Nenhuma vitória, mas carros decentes, rápidos, até, nada análogos, a exemplo, à rival Honda nos anos de 2007 e 2008.

 

  Em tempo,  o jovem Kobayashi, com tudo isso, está temporariamente desempregado. Obviamente que alguma das novatas deverá contratá-lo, mas nenhuma suficientemente pujante tal qual a Toyota.

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 20h45
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O que pensa, afinal, Wanderson Marçal?

 

 

Sou por muitos confundido com um seguidor da Esquerda e/ou da Direita, em decorrência de tal dúvida resolvi elucidar a questão com um texto que espero encerrar as indagações.

 

Trabalharei com tópicos, para que assim seja assaz profícuo e esclarecedor.

 

Esquerda ou Direita?

 

Com a Globalização o fenômeno ideológico-político perdeu demasiadamente suas especificidades, pois, como afirmou Milton Santos, “Os espaços nacionais transformam-se espaços nacionais da economia internacional”, ou seja, o país subordina-se a conjuntura mundial, exceto alguns poucos exemplos, tal qual a China ainda considerada socialista.

 

Destarte não adiantaria tomar posição megalomaníaca extremada acerca de nenhuma corrente política, pois, como supracitado, será improfícua, quando a ser a conjectura mundial vigente que acaba por decidir que caminho a tomar, vide políticas tomadas por FHC e Lula, relativamente semelhantes.

 

Socialismo ou Capitalismo?

 

Capitalismo. O Socialismo, para quem não tem ciência exata da proposta, trata-se, segundo fundamentações Marxistas, de um meio caminho que teria por epopéia final o Comunismo. Há ainda muitos ilusos que crêem no êxito de sistema econômico utópico, e, por que não, paradoxal, pois enquanto defende a abolição da propriedade privada, torna-a estatal, a ser que o ESTADO, para os marxistas, não representa o povo.

Contudo, apenas transferem das mãos individuais os meios de produção e a propriedade para mãos claudicantes de alguns oligarcas.

 

O capitalismo, entretanto, não está incólume às mazelas, e é peremptório resolvê-las, e para tanto, apontá-las, primeiramente. Logo uma crítica não significa ser eu oposto a este sistema.

 

 

Capitalismo: Políticas Neokeynesianas ou Neoclássicas?

 

Esta temática está constantemente em voga neste espaço, porém a voltarmos a posição primeira mensurada no primeiro parágrafo por este que vos fala poderemos chegar à uma visão pessimista da interferência estatal na economia. Entretanto a vejo como plausível, porém não nos moldes NeoKeynesianos, pois a livre iniciativa, a diminuição do Governo Estatal trará bens à sociedade, como, por exemplo, o próprio enxugamento dos gastos públicos e sua melhor aplicação, com rapidez maior, pois num governo onde as decisões estratégicas estão concentradas, a interferência de algumas oligarquias, que nem sempre são sinônimos de avanço, ocorrerão. Em suma: atraso.

 

À exemplo, a economia Nordestina, ainda essencialmente agrária, tem demasiada dificuldade de crescimento e recorrente disparidade em relação às demais regiões por fatores que podem ser elucidados a partir do domínio de aristocracias, que além de domínio territorial, possuem total comando da política local, e federal, e fazem desta área seu curral eleitoral. Com poderes incalculáveis, quaisquer que sejam os governantes, devem subordinarem-se à estas oligarquias, para deste modo governar, vide Fernando Henrique em relação ao ACM, e Lula ao Sarney.

 

Com a diminuição do poderio Estatal, o mercado ganharia maior agilidade, e a crescente aplicação de investimentos internos e externos, tornaria regiões de plenas condições de avanço sócio-econômico pujantes no cenário econômico nacional.

 

 

Entretanto o Estado tem de regular necessariamente o mercado Financeiro, proteger o trabalhador com a manutenção das leis trabalhistas e a exigência de sua aplicação, e desta forma pôr fim ao neopeleguismo dos movimentos sindicais, fomentar o comércio, com a diminuição da carga tributária, mas a seguir condutas éticas, a tratar o indivíduo não como mero consumidor, tal qual os EUA, mas sim de modo que assemelhe-se à Europa, cujo o broto é considerado antes de mais nada um ser humano, e tratado como tal, onde as diferenças são respeitadas, mas dentro da ordem que se faz necessária para atingir o progresso.

 

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 21h44
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Dê uma volta com Barrichello no rFactor 2009

 

 

O Som impressiona. Os gráficos são exuberantes, e a dirigibilidade é semelhante a de um F1 normal.. Incrível.

 

Se alguém desejarr adquiri-lo, basta entrar em contato com o Kauê através do Blog www.pcgames15.blogspot.com

O Custo é de apenas 25 reais.

 



Escrito por Wanderson Marçal às 20h52
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O melhor jornalismo vence... 

Em São Paulo a Rádio Band News Fm tem surrado as concorrentes quanto ao quesito transmissão dos GP’s de F1 e de audiência.

 

Em questões de ouvintes, tem o dobro da segunda colocada, a Jovem Pan, e quanto ao nível, anos luz à frente das concorrentes.

 

Para quem não sabe, Téo José trabalha na JP. E sinceramente é demasiado difícil ouvi-lo, pois além de não usar sinônimos quando se refere aos pilotos e linguagem parca, típica de torcedor de futebol, o que torna as narrações cansativas, ainda faz prognósticos sem nenhuma especificação, à exemplo quando dizia que a Ferrari viria “forte em 2009”...

 

Enfim, o público está a selecionar mais. Ganha o bom jornalismo.   



Escrito por Wanderson Marçal às 14h58
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Hum..

 

Gene, piloto de testes da Ferrari, disse o seguinte em uma entrevista:

 

- Estamos a trabalhar duro para dar a Alonso um carro vencedor.

 

Hum...

 

E Massa? Estão a pensar no mesmo que eu?

 

Exceto o Hulkenberg ser mais rápido do que aparente, e o Massa fazer um verdadeiro milagre, teremos apenas um brasileiro que ostentará o status de primeiro piloto em 2010.

 

Até a Globo percebeu isso... Notaram quantas matérias vinculadas à Barrichello nos últimos dias nos tele-jornais globais, mesmo ele a ter perdido o vice-campeonato?

 



Escrito por Wanderson Marçal às 14h44
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Rubinho é um homem feliz, realizado.

 

Neste texto serei o menos artificial possível, pois se o texto bem elaborado traz riqueza de informações, uma complexidade maior à notícia e que se faz necessário, pode incorrer em certo distanciamento do leitor, como dito, certa artificialidade, apenas não existente quando o escritor tem bagagem cultural extensa, fato que ainda não possuo.

 

Cheguei à conclusão de que é um momento perfeito para falar sobre o Rubinho, e contextualizá-lo no mundo em que vivemos.

 

Rubens Barrichello surgiu para o automobilismo mundial em momento delicado, em que o brasileiro necessitava de afirmação como nação, pois passávamos por sérios entraves econômicos e a auto-estima estava no mínimo em déficit, já que no futebol as conquistas da seleção eram cada vez mais raras.

 

Em 94 falece Ayrton Senna, aquele que representava o Brasil como sinônimo de vitória. Em seqüência a seleção brasileira de Futebol galga o título mundial, o povo fica em êxtase.

 

A Fórmula 1 não era mais o ópio, o futebol recuperava seu lugar, entretanto Rubinho e a Globo fomentaram uma idéia de que seria  o sucessor do vitorioso Senna, o que não ocorreu, pois entre outras coisas o futuro piloto da Williams guiava uma crescente mais não suficientemente forte Jordan.

 

Os insucessos trouxeram um adjetivo ao paulistano: fracassado. Pois se não conseguia obter êxito, ou seja, vencer, era um fracasso, o modo positivista de avaliar.

 

Chega o período Ferrari, promessas de vitórias e títulos que obviamente não se concretizariam, e Barrichello volta a ser motivo de piadas.

 

O Brasil é pentacampeão mundial de futebol em 2002, a fórmula 1 deixa de ser uma paixão nacional, e o vôlei com seus êxitos toma seu lugar. Rubinho deixa de ser o candidato à ídolo e passa a ser mais um esportista brasileiro, mas ainda que passa pelo crivo de ser um fracasso.

 

Anos ruins na Honda, devido ao fraco carro, o levam ao quase esquecimento. Em 2009 surge com um carro rápido, promessas de título, e um limiar deficitário em relação ao companheiro, volta a ser Barrichello bastante contestado.

 

Após o metade do campeonato o piloto obtêm boas vitórias e uma pole position sensacional no Brasil, e ganha apoio da população em geral, que apesar de reclamar bastante dele e de seus infortúnios, torce muito mais do que, à exemplo, para Felipe Massa e qualquer outro piloto brasileiro que venha a surgir, exceto, claro, Bruno Senna.

 

Mas esse respeito de que passa a gozar Rubinho perante o público tem uma outra explicação: O homem está a se tornar mais humano, finalmente.

 

A imagem do vencedor, do sujeito perfeito, do perfil ideal, do consumo pelo consumo perde força. Barrichello não é campeão, e daí? – Indaga o torcedor.

O próprio Barrichello percebeu isso. Ele é casado com a mulher que ama, tem uma família espetacular, filhos exemplares, e faz o que de melhor sabe, e ainda o pagam para isso.

 

. Os indivíduos buscam cada vez mais a felicidade com a relação entre os humanos, e deixam de lado a individualização, fenômeno observado concomitante com as políticas neoliberais nos anos 90.

 

Juntamente a tudo isso, o esporte deixou de ser afirmação nacional. Se isto tornou-se pretexto para exposição dos regimes econômico-sociais durante a Guerra Fria, no atual momento é apenas um evento de entretenimento. Nada Mais. Nada mais que isso.

 

Ser ou não campeão é apenas um detalhe.

 

Barrichello é um indivíduo extremamente bem realizado. Tem total ciência disso. E os torcedores também.

 

 

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 20h46
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Nem tanto ao céu nem ao inferno.

 

Acabou o campeonato mundial de 2009 no novíssimo circuito de Abu Dhabi, no qual tivemos a confirmação do vice do Vettel, a ser que o campeão era o Button desde o último GP, o do Brasil, e a terceira posição no mundial de construtores para a Mclaren, e isso era o que de pouco tinha a ser disputado por lá.

 

O Mundial 2009 surgiu com a promessa de bastante competitividade, e inovações, tal qual o KERS. No Brasil deu-se com certa euforia, pois Barrichello parecia finalmente ter chances reais de ser campeão do mundo.

 

Do início esperançoso, com o surgimento de novas forças, ao final apático, para grande parte, com muitas das corridas sem ultrapassagens, acontecimentos, enfim, tudo aquilo que faz da F1 – e não automobilismo - o principal esporte mundial atualmente, a meu ver, claro.  Ainda há aqueles que preferem futebol...

 

Para este que vos fala o campeonato deste ano não fora do mesmo nível em comparação com o do ano passado, contudo o de 2008 nós tínhamos duas forças que oscilavam a cada corrida, uma terceira equipe: a BMW, que dava trabalho à Ferrari e Mclaren e pilotos inconstantes na briga pelo título. E isso apesar de fazer o campeonato mais emocionante, ocorre raramente numa categoria como a F1.

 

Neste ano nós voltamos à essência da F1, ou seja, uma equipe sobrepujar as demais, e outra um pouco inferior, e como o primeiro piloto da equipe que reinou durante boa parte do campeonato tinha total predileção, o título ficou em suas mãos sem sustos.

 

Mas é essencial lembrá-los que foi o campeonato com várias equipes a brigarem por pontos, a depender do circuito uma obtinha vantagens, ou seja, tornou a categoria de certo modo imprevisível, o que faz na concepção o ano de 2009 muito superior aos campeonatos de 2001 a 2006.

 

Enfim, nem tanto ao céu, nem ao inferno, tivemos uma boa temporada, e com a quase certeza de que teremos uma grande equipe soberana em 2010, o campeonato desde ano poderá ser lembrado com saudades.

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 20h40
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JK, Jango e Lacerda assassinados pelo Regime Militar com complacência e ajuda econômica do Governo norte-americano.

 

É definitivamente a missão maior de minha vida. Jamais poderia sonhar com tal possibilidade, de realmente reescrever a história.

Decidi revelá-la com antecedência neste blog, pois possui poucos leitores, e servirá como registro caso algo venha a ocorrer, pois se a missão é demasiada fascinante, ela é, também, perigosa.

Para registro, devo mensurar todos os detalhes em que decorreram nesta possibilidade, obviamente a resguardar as fontes, principais aliadas a esta laboriosa mas, talvez, vindoura possibilidade de trazer à tona a veracidade, escondida por décadas.

 

Assisti um documentário acerca de João Goulart, o popular Jango, quarta-feira última, e há algum tempo não mais tinha tido contato com período movimentado e histórico, o dos anos 50, 60 e 70, na política brasileira e internacional, pois estou a estudar História Antiga e Medieval em meu curso, portanto resolvi revisá-la, então tergiversei alguns sites e livros à respeito.

 

No mesmo dia, ontem, fico à par de matérias que suscitam o debate acerca da possibilidade  de morte premeditada de alguns dos principais líderes políticas à época do Regime Militar, tais quais Juscelino Kubitschek, Carlos Lacerda e Jango – faleceram em períodos próximos e de causas estranhas.

 

Há 3 anos tive contato com um senhor que havia participado de um grupo de repressão durante o governo golpista, destarte liguei rapidamente a ele para tentar cunhar alguma informação. Nada sabia, porém disse que por estar no final da vida, e ver neste que vos escreve algo que lhe era peculiar na juventude, passar-me-ia contatos de alguns daqueles que participavam de tais grupos de coerção mantidos pelo Regime, que fora instaurado em 64.

 

Passou-me dez telefones. 4 deles sequer existiam mais. Os demais pertenciam a pessoas que não àquelas que havia comunicado. Pensei que o amigo estava a caducar, entretanto na última ligação, numa daquelas coincidências inexplicáveis, a senhora que atendeu conhecia por nome um dos senhores daquela lista de pessoas, que no total, como supracitado, eram 10. E passou-me seu telefone. Mora atualmente num país da América do Sul, o qual não posso revelar, ainda.

 

Liguei, disse que era repórter e que estava atrás de informações acerca das mortes escusas de JK, Jango e Carlos Lacerda. Abruptamente desligou. Liguei onze vezes e a ação era sempre a mesma, na décima segunda ele disse: “ Vá se foder, filho da puta”, em bom e claro português.

 

Fiquei em choque. Deixei pra lá. Horas depois tocou meu celular, era o mesmo senhor. Perguntou novamente quem eu era, em qual emissora trabalhava, novamente menti: Disse que executava a profissão jornalística, tinha 45 anos e labutava na Rede Globo, em São Paulo.

 

Indagou-me quem havia passado seu telefone, afirmei que achei seu nome em um arquivo qualquer durante uma reportagem acerca dos documentos do Regime Militar encontrados recentemente enterrados – que criatividade.

 

Então resolveu abrir o jogo: - Eu estou velho. Deveria ter dito que nada sabia, mas desliguei o telefone na sua cara e o detratei, agora sabes que algo eu sei. Posso contar-lhe por 1 milhão de dólares, mas o alerto que nada de muito relevante, pois há muitos mitos nesta história toda.

 

Obviamente, senhores blogueiros, que não disponho de tamanha quantia. Então afirmei que já que não havia nada de muito peremptório, desistiria do assunto. E lhe pedi desculpas pela insistência. Desliguei o telefone.

 

 

Hoje, de manhã, bem cedinho, toca meu celular, novamente. Atendo, é o mesmo senhor. Pediu para que desse alguma garantia de que sou repórter. Disse que não há o porquê disso. Então ele fez uma última oferta: 3 milhões de dólares e toda a história, com documentação e tudo o mais. E disse que havia uma informação adicional a àquela que eu buscava.

 

Respondo-lhe que preciso de uma prova. Ele pediu um valor limiar de 500 mil dólares para repassá-la, afirmei que o “jornal” não deixar-me-ia investir tal quantia sem quaisquer provas.

Então contou-me parte do que tem em mãos: documentos que provam a participação do Governo Militar, à época  do Governo Geisel, com as mortes dos três importantes personagens políticos supracitados, e da participação efetiva de membros do Governo

Norte-americano nestes planos, principalmente no óbito de Carlos Lacerda, que andou por angariar na “Casa Branca” muitas amizades durante o período em que necessitava de apoio no incipiente dos anos 60 e com sua suposta união com os outros políticos: JK e Jango, nos anos 70, poderia decorrer em revelar informações que seriam extremamente negativas para os norte-americanos, como, por exemplo, o envolvimento em golpes anteriores e atentados.

 

Dito isso indagou-me se eu depositaria o dinheiro para que pudesse ter acesso à todos os documentos, então revelei que não era jornalista, e disse não dispor da quantia. Rapidamente desligou o telefone. Retornei outras duas vezes, não atendeu.

 

Tenho três anos para apresentar documentação que comprove este envolvimento na minha Dissertação de Graduação. É um trabalho de uma vida. E tenho certeza de que conseguirei, e reescreverei a história.

 

Agora preciso dormir. Tentar dormir.

 



Escrito por Wanderson Marçal às 23h42
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À tona

 

É sabidamente conhecido em São Paulo o caráter crítico de algumas rádios e emissoras de TV quanto a medidas adotadas pelo Governo Federal, desde a proclamação de Lula como Presidente, e, concomitantemente, certa preservação da imagem do Governo Estadual, há 16 anos comandado por tucanos.

 

Os observadores de tal comportamento sórdido da imprensa salientam os vários patrocínios à emissoras de Rádio e Televisão por parte do governo estadual de São Paulo. Os que negam, dizem ser apenas mais uma fantasia e que os meios de comunicação não defendem tal gestão, apenas têm poucas matérias quanto a pontos negativos, pois supostamente a administração atual é excelente.

 

Duas perspectivas.

 

Hoje, Flávio Gomes, em seu blog, revelou que a emissora Jovem Pan fomenta matérias contrárias à carga tributária. E isso é verídico. Durante os intervalos várias vinhetas são alocadas com este sentido.

 

O peremptório do fato é a suposta ideologia escusa por detrás desta postura: a sonegação fiscal. cabe salientar que fora o próprio Flávio que escreveu. Obviamente que se ocorre, há quem patrocine, e certamente são empresas.

 

Chegamos, então, num ponto fundamental: a nossa imprensa não pratica um bom jornalismo, pois estamos a falar de uma das principais emissoras de rádio do Brasil.

 

A ocorrer, podemos então crer nas teses acima, mensuradas no limiar deste texto, pois o Governo do Estado patrocina tais emissoras.

 

E no post abaixo comentei acerca da preponderância que estes veículos têm na formação da mente do brasileiro. E como a internet é permeada e feita pelas mesmas corporações que atuam nos outros veículos, a internet torna-se apenas um reforçador de seus preceitos meramente comerciais, e não um contraponto, como alguns asseveram.

 

 

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 17h50
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Os ex-formadores de opinião.

 

O jornalismo radialista e televisivo fora até antes do surgimento da Internet os meios de comunicação mais profusos, nenhuma notícia abrangia tanto público quanto as que eram repassadas via estes dois importantes meios.

 

Após o advento da internet, perderam certa importância, entretanto no Brasil, e em boa  parte do globo, continuam a ditar o ritmo das informações na Internet. O portal de notícias mais acessado do Brasil é o Globo.com, que é detido pelas Organizações Globo, obviamente, líder na Televisão, com a Rede Globo, e no Rádio com a R.Globo.

 

Logo percebe-se que público não mudou de fonte, apenas de meio.

 

O mesmo ocorre com o jornalismo dito especialista em automobilismo. Àqueles que debelavam os conhecimentos nos veículos supracitados atualmente exercem influência na internet, a ser os mais conhecidos os lordes Fábio Seixas, Flávio Gomes e Téo José.

 

 

Téo José, dentre estes, é o, digamos assim, mais inocente. Pouco tenta influenciar a opinião alheia, e tem como característica uma escrita parca porém acessível à boa parte daqueles mais humildes fãs de F1. Podes melhorar quanto alguns conceitos e actos dentro de seu blog, contudo nada de muito radical. Fundamentalmente lhe mandaria estudar mais. É um entrave de fácil resolução.

 

Flávio Gomes é o típico jornalista-fanfarrão, que utiliza-se do senso-comum aplicado à uma falácia quase erudita para ludibriar os desavisados. Às vezes consegue, outras não. Semana passada escreveu um artigo de cunho sensacionalista com o título “Em Defesa de Barrichello” para atacá-lo implicitamente, ao dizer que a Globo, que teoricamente à primeira análise seria seu foco de ataque, vende uma imagem que Rubens não é: de um piloto com possibilidades de ser vencedor. Ou seja, chama Rubinho de derrotado, ou no mínimo o denomina de não capaz de vencer.

 

É o jornalismo dispensável. Dá pra viver sem.

 

Fábio Seixas dos três é o melhor no quesito “ser jornalista”. Bem informado, bons textos, é envolvido com personagens secundários da F1, enfim, tinha tudo para seguir uma carreira assaz brilhante.

 

E não é, resume-se a um blog e uma coluna de um editor adjunto do segundo jornal de importância na cidade de São Paulo. Por que: eis a pergunta. Responder perfeitamente não sei, mas afirmo que Seixas é sujo quanto algumas alocações relativas ao Barrichello, e também à outros pilotos. Espera uma frase mal colocada, um discurso no momento errado para fazer disso um discurso contra a “incompetência” do brasileiro.

À exemplo, quando Nelsinho foi demitido, disse que isso era decorrente de sua conduta displicente, e citou alguns casos à épocas atrás. Ou seja, guardou a informação para bombardear o coitado num momento difícil.

 

É o jornalismo mau-caráter. E este é o pior de todos.

 

Dito isso chegamos a conclusão de que a Internet não é emancipadora, como afirmam, tem estreita ligação com a dominação dos outros meios de comunicação, a ser que os que aqui tentam formar opinião permeavam o Rádio e a TV, e que os meios para enganar o povão continuam os mesmos, destarte mudaram apenas os nomes: não se chamam jornalistas, e sim blogueiros, e as vítimas não mais espectadores, e sim internautas.

 

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 21h09
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Barrichello terá de mostrar que podes ser o piloto principal.

 

Rubens Barrichello pilotará o bólido da Williams em 2010, uma equipe que sonha em voltar a liderar corridas e campeonatos. Entretanto não se pode afirmar que papel a equipa inglesa desempenhará na próxima temporada, de certo sabe-se que Rubinho será o primeiro piloto, até para que o jovem fenômeno Hulkenberg possa ganhar experiência.

 

Esta é a primeira vez em sua carreira que Rubinho chega a uma escuderia com a obrigação de liderá-la. Na Honda, em 2006, quando contratado, teve esta oportunidade, porém a demora de adaptação, a juntar o bom desempenho de Button, tornaram-no número 2 da equipa

 

 

 

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 Como supracitado, é impossível saber o que fará a Williams em 2010. A chutar, afirmaria que andarás em meio ao pelotão, mas como a brawn surpreendeu neste ano, o mesmo pode ocorrer com o time que tem sua sede principal localizada em Grove.

 

Destarte cabe a Barrichello demonstrar toda sua perícia dentro de um cockpit e mostrar a todos que tem potencial de ser o número 1 de uma equipe competitiva, para que possa sonhar em ser o campeão mundial.



Escrito por Wanderson Marçal às 19h47
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Raikkonen é piloto da Mclaren até 2011

 

O piloto Kimi Raikkonen assinou contrato com a Mclaren até fim de 2011. Assim como informado pelo Blog do wanderson Marçal no limiar de Abril, caso Alonso antecipasse sua ida à Ferrari para a próxima temporada, o finlandês teria portas abertas na equipe inglesa.

 

Notícia dada anteriormente e agora confirmada pela mesma fonte que havia informado este que vos escreve. O piloto que recém completou 30 anos retorna à Mclaren após uma passagem plausível na equipa entre os anos de 2002 e 2006, apesar de não ter conquistado o campeonato do mundo.

 

Em 2007 foi pilotar na Scuderia Ferrari, onde acabou por conquistar seu primeiro, e único, título mundial no mesmo ano. Após duas temporadas apagadas, a equipe italiana resolveu contratar Fernando Alonso para ser companheiro do brasileiro Felipe Massa, destarte o “Ice-man”, como é carinhosamente chamado, perdeu vaga e agora retorna ao time que teve como pilotos em épocas passadas gênios tais quais Alain Prost e Ayrton Senna.

 

Com isso, mais uma equipe tem sua dupla formada. Ao lado de Raikkonen estará o inglês Lewis Hamilton. Kovalainen rumará à Renault para formar dupla com o polonês Kubica.

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 18h47
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Ross não és um vilão e Button é um grande campeão

Matéria de Wanderson Marçal também está no site Autosport de Portugal

 

 

Jenson Button sagrou-se no derradeiro domingo campeão mundial de Fórmula 1. Um feito. Mesmo a não ter o reconhecimento de boa parte da mídia especializada, ou que diz ser.

 

O inglês venceu 6 corridas num campeonato de 17 provas. É um número assaz peremptório. Entretanto a mídia diz ser a relativa superioridade da Brawn GP no incipiente do  campeonato o grande mérito do novo campeão.

 

É uma perspectiva da conquista, entretanto há de salientar-se que outros campeões do mundo obtiveram máquinas em determinado período imbatíveis, e a conseguirem o primeiro lugar ao final do campeonato mundial, foram designados, e ainda os são, de gênios, fenômenos, etc.

 

Há, claramente, certa tendência midiática. Um título mundial de F1 sempre terá um significado precípuo dentro do automobilismo, pois ainda trata-se da principal categoria do automobilismo mundial, onde os ditos melhores pilotos correm. Destarte, não há o que questionar a conquista de Jenson.

 

Concomitantemente em quase todas as publicações, sejam elas brasileiras ou não, há a consonância de que Barrichello foi preterido por Ross Brawn, ou seja, foi apenas o segundo piloto da equipe.

 

Brawn ganhou estatus de vilão, principalmente pelos fãs de Rubinho. Porém há de lembrarmos que não fosse Brawn, Barrichello estaria aposentado e com fim de carreira melancólico. Deu a ele a condição de conquistar algumas vitórias e de arrumar um bom contrato para 2010: o brasileiro está praticamente acertado com a equipe Williams.

 

De nada Barrichello, ou qualquer indivíduo, poderá culpar o Engenheiro Inglês. Ao contrário, deve agradecê-lo. E se alguém tem alguma culpa, este é Rubens, pois no limiar do ano dizia-se candidato ao título, quando ele era ciente de que Button sim era o principal candidato já que possuía contrato até fim de ano e toda atenção da equipe, e o brasileiro, segundo o que ele mesmo revelou ontem, tinha acordo para permanecer na equipe britânica apenas até o GP da Espanha.

 

Button é o campeão, sem questionamentos, e Brawn não é um algoz. Muito ao contrário. Dê a César o que é de César, e a Ross o que lhe é devido, ou seja, os parabéns.

 

 



Escrito por Wanderson Marçal às 21h52
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